sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

MANIFESTAMOS NOSSA INDIGNAÇÃO ANTE 250 MIL MORTES POR COVID!

O Brasil atingiu na quarta (24) a trágica marca de 250.036 pessoas mortas pela Covid-19. Somos o segundo País em número de mortes pela doença.

Infelizmente, o número de contaminações está crescendo. Infelizmente, novas variáveis do vírus, originário de Manaus, já atingem outras regiões do Brasil. E essa nova cepa é ainda mais agressiva.

O Sistema Único de Saúde, os hospitais e os profissionais de saúde têm feito o possível e o impossível pra combater a Covid-19. Mas quem não faz a sua parte são os governantes, especialmente o presidente da República, Jair Bolsonaro, e o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.

O que o povo e as instituições podem fazer? Primeiro: Reforçar todos os cuidados, usar máscara, levar álcool gel e evitar aglomerações. Segundo: Exigir higiene e distanciamento no transporte público. Terceiro: Exigir higiene e distanciamento nos locais de trabalho. Quatro: Cobrar as autoridades.

Esta Nota do Sindicato não resolve o problema da Covid-19. Mas ela expressa nossa indignação frente ao desrespeito para com a vida humana.

Seja você também um soldado da guerra contra a Covid-19. Cobre os governantes! E conte com o seu Sindicato.

Vacina pra todos, já!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Situação infernal


Estamos perto das 250 mil mortes pela Covid-19. Só ficamos atrás dos Estados Unidos, onde o negacionismo de Trump fez a doença explodir e o número de mortos já passa de 500 mil.

Na segunda (23), completamos 32 dias seguidos com média superior a mil mortes diárias.

A não ser por milagre, a situação só vai piorar. Veja: O Brasil não fez testagens em massa; O Brasil atrasou a compra de vacinas; O governo não consegue executar um programa efetivo de vacinação; O presidente Bolsonaro dá mau exemplo, não usa máscara e gera aglomerações.

Quando a Covid chegou, ameaçava pessoas com mais de 60 anos e os grupos de risco - gente com doenças renais, diabetes, cardiopatias etc. Agora, a cada dia, afeta mais adolescentes e jovens.

Além das mortes, outra conta precisa ser feita. É a conta das sequelas. Pessoas dadas como curadas ainda sofrem vários meses problemas respiratórios, taquicardias, insuficiência renal, depressão e outros.

Tudo isso, além do sofrimento pessoal, gera problemas coletivos, pressionando por atendimento médico e remédios. Ou seja, agrega custos à vida da família e da coletividade.

Propostas - Mas não quero só apontar problemas. Devemos reagir. Registro, por justiça, o empenho das Centrais Sindicais e não apenas por reivindicar vacina pra todos e o retorno do Auxílio Emergencial. Foram as Centrais que conseguiram junto à Venezuela oxigênio pra Manaus.

Pense em Guarulhos. Aqui, falta vacina e vacinação segue muito lenta. Sugiro que o sindicalismo se engaje e pressione o poder público por vacina já. Por poder público entenda-se governo federal, governo estadual, prefeito, vereadores, deputados estaduais e os deputados federais Alencar e Eli.

Proponho que também se mobilizem as igrejas, partidos, movimentos sociais, entidades empresariais, ONGs e os coletivos culturais.

O deputado federal e ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha (PT-SP) clama por distanciamento social e vacina. Medidas devem ser adotadas ainda em fevereiro. O Congresso tem que pressionar o governo a comprar já mais as vacinas e impedir o retorno das atividades presenciais. Padilha adverte: “Precisamos agir nesta última semana pra evitar um março de terror. O Brasil vive uma escalada de casos, internações e pressão sobre leitos de UTI”.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

Decisão acertada das Centrais Sindicais



As Centrais Sindicais Força, CUT, UGT, CTB, CSB, CGTB e Nova Central lançaram Nota conjunta nesta terça (23) reivindicando a aprovação do retorno do Auxílio Emergencial de R$ 600,00 enquanto dure a pandemia da Covid-19.

O benefício foi essencial em 2020 para que milhões de famílias atravessassem o período mais crítico das restrições econômicas. Foi o que possibilitou muito brasileiro não morrer de fome.

Essa luta do sindicalismo se mostra essencial para toda a sociedade. Saúdo os companheiros das Centrais pela justa reivindicação.

Clique aqui e leia a íntegra da Nota.

Leia meu artigo desta quarta (22) no jornal Guarulhos Hoje

Todas as quartas escrevo um artigo para um dos principais jornais da cidade, o Guarulhos Hoje. Amanhã, 24 de fevereiro, escrevo sobre a "Situação infernal" que o Brasil atravessa no combate à Covid-19. Lamento, informo, opino e apresento propostas para solucionar e/ou minimizar os problemas. 

Leia amanhã na página dois do Guarulhos Hoje.